21 de jul. de 2010

Estrela investe R$ 3 milhões em novo Super Banco Imobiliário

Sete marcas estão no novo jogo

Imagem do Banco Imobiliário Brasil, lançado em 2008

Com um investimento de R$ 3 milhões, a Estrela coloca no mercado o Super Banco Imobiliário. A nova versão do jogo, que é um sucesso de vendas da marca há 66 anos, tem como novidade a presença das marcas MasterCard, Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea, Ipiranga e Fiat. “Convidamos empresas líderes em seus segmentos para dar uma roupagem mais perto da realidade ao jogo”, disse Carlos Tilkian, presidente da Estrela. Nem a fabricante nem os patrocinadores divulgam o valor que cada um deles investiu para ter suas marcas estampadas no tabuleiro do jogo.

A MasterCard aparece na brincadeira de maneira bastante próxima do real. Os participantes, em vez de usarem dinheiro em cédulas para adquirir as propriedades, recebem no início do jogo um cartão de débito e crédito. “O jogo é também um instrumento de educação financeira”, explicou Tilkian. "O que atraiu a MasterCard a participar desse projeto foi a possibilidade de promover, de maneira lúdica, a educação financeira para crianças e jovens”, afirma Cristina Paslar, vice-presidente de Marketing ao Consumidor da MasterCard Brasil.

As outras marcas aparecem no tabuleiro como cotas de ações para serem adquiridas pelos participantes. “Do ponto de vista das marcas, é uma oportunidade de estar perto do consumidor de maneira diferenciada”, falou o presidente da Estrela.

Texto de Cristiane Marsola de Propmark

16 de jul. de 2010

MTV na Rua estreia na TV

Moma lança o primeiro filme para divulgar o jornal recém-lançado


A Moma está colocando no ar nos próximos dias o primeiro filme para o jornal da MTV, o MTV na Rua. Seguindo o conceito “A notícia pede carona”, a peça mostra vários personagens constantes dos noticiários pegando carona pelas ruas de São Paulo, numa técnica que mistura filme e animação em paper art.

O filme será veiculado em cinemas e na própria MTV. A campanha ainda terá sequência com novos anúncios e material de internet.

Ficha técnica

Filme: Carona
Agencia: Moma Propaganda
Cliente: MTV
Produto: MTV na Rua
Direção de Criação: Rodolfo Sampaio
Criação: Rodolfo Sampaio e Fábio Baraldi
Trv: Marcelo Tyson
Produtora: Vetor
Som: Vetor
Direção: Gabriel Almeida
Anúncio (enchente)
Atendimento: Marco Piza e Caru Bessa
Aprovação / Cliente: José Wilson e Lilian Chwartzmann
 
Daqui

14 de jul. de 2010

Conar suspende comercial "verde" de Bom Bril

Conselho acolheu argumento das concorrentes 3M e Bettanin

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) suspendeu neste mês a campanha Bom Bril Eco, que destaca os atributos ecológicos do produto. Os três filmes - : ‘Biodesagradável’, ‘Placar’ e ‘Cacique’- contestam o uso das esponjas sintéticas, afirmando que elas são vilãs do meio ambiente. Segundo a Bombril, a campanha já está fora do ar desde o início de junho.


O Conselho de Ética do Conar acolheu o argumento das concorrentes 3M e Bettanin, que entraram com representação alegando que estavam tendo suas imagens afetadas pela campanha. A decisão do Conar está ligada ao fato de o filme em questão não ter embasamento para dizer que a esponja de aço é mais ecológica que as esponjas sintéticas.

Em comunicado, a empresa 3M afirma que recorreu ao Conar "por entender que a campanha em questão poderia suscitar ao consumidor e à sociedade a incorreta interpretação de um tema relevante relacionado ao meio ambiente".
Segundo a companhia, "a campanha estabelece comparação que pode denegrir e afetar a reputação e os negócios dos fabricantes de esponjas para limpeza doméstica, atingindo a credibilidade do produto no mercado, com informações de caráter subjetivo, sem qualquer comprovação".

A campanha "Bombril dá de 1001 a zero nos inimigos da natureza" é a primeira criada pela WMcCann. A campanha veiculou os filmes nas principais emissoras do país, como Globo, Record, SBT, Rede TV, Band, Gazeta e também durante a programação de canais fechado como Sony, Universal, Globo News, GNT, Multishow e Warner. Todos são protagonizados pelo ator Carlos Moreno. Em um dos filmes, o garoto Bombril contracena com o ator Paulo Silvino.


As ações de mídia contemplavam ainda anúncio impresso nas revistas Veja, IstoÉ, Caras, Contigo, IstoÉ Gente, Viva Mais, AnaMaria, Tititi, Minha Novela, Sou + Eu e Maxima, além de Outdoors nas principais rodovias do estado de São Paulo.

A embalagem do produto ganhou ainda novo visual, com a palavra ‘Eco’ aparecendo estampada para comunicar que o produto é ecologicamente correto.


por Daniela Dahrouge e Juliana Welling - Propmark

Apenas 26% das empresas estão preparadas para investir em Copa e Olimpíadas

Resultado aparece em pesquisa da Deloitte e Ibri sobre os megaeventos esportivos no Brasil

A Deloitte e o Ibri (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) se uniram para realizar a pesquisa “Brasil, bola da vez – negócios e investimentos a caminho dos grandes eventos esportivos”, que teve como objetivo levantar informações sobre a influência da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, ambas sediadas no País, na tomada de decisões de companhias e investidores.

“Tais megaeventos e aqueles menores, que acontecem em seu entorno, tem grande importância para a imagem e economia do Brasil e, claro, também para as empresas. Nossa meta foi descobrir quais e como as empresas estão se preparando para explorá-los”, explica José Paulo Rocha, sócio-líder da área de corporate finance da Deloitte.

Foram entrevistados, entre abril e maio deste ano, 60 profissionais do setor de relações com investidores de suas empresas (RIs), representantes de diversos segmentos e portes; e 36 executivos de entidades investidoras. Entre os dados coletados, destaca-se a indústria da construção como a de maior potencial para recebimento de investimentos, citada por 65% dos entrevistados. Em seguida aparecem as atividades de turismo, hotelaria e lazer, grupo lembrado por 55%; e a de transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária, com 53% (sempre em respostas múltiplas).

Entre as dúvidas que podem frear investimentos privados estão: “as cidades-sede vão conseguir concluir seus projetos para a Copa?”, que aflige 65% dos entrevistados; e “os investimentos públicos aplicados nesses eventos serão bem administrados?”, com 63%.

Os principais desafios a serem enfrentados para a boa condução de megaeventos esportivos, na opinião dos profissionais que responderam ao questionário, também tem ligação direta com o setor público. Para eles, a maior dificuldade será garantir as responsabilidades e a coordenação eficiente entre os níveis de governo; e garantir a infraestrutura geral. “Com as nossas dimensões e o envolvimento de diferentes esforços de governantes e poderes, esse gerenciamento requer grande habilidade. Há intenções e prioridades que precisarão ser conciliadas para que tudo funcione perfeitamente”, enfatiza Rocha.

Entre os benefícios da realização de megaeventos esportivos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, destaca-se a infraestrutura e a valorização da marca Brasil no exterior. No total, 91% apontaram a efetivação dos projetos relacionados à infraestrutura e logística. “É o principal legado. Esse tipo de evento reúne esforços e capital com muito mais facilidade e velocidade para a realização de importantes obras nos mais diversos setores”, aponta Rocha. Melhoria da imagem brasileira no exterior (67%), qualificação do País como um pólo turístico mundial (63%) e internacionalização do País (54%) também são de grande relevância na opinião dos entrevistados.

O que chama a atenção negativamente é que muitas das empresas que participaram da pesquisa não se mostram ainda preparadas para aproveitar as oportunidades de investimento que nascem com a chegada da Copa e das Olimpíadas no Brasil. Apenas 12% delas já possuem um plano específico em andamento e 14% tem planejamento pronto, aguardando para ser iniciado em momento propício. 35% ainda pretendem se preparar, 21% não terão atividades especiais durante os eventos e 18% sequer souberam informar sobre a existência de planos específicos. “O que podemos imaginar é que muitas empresas não enxergam, nos eventos esportivos, oportunidades para seus negócios. Mas acreditamos que, com a proximidade deles, muitas poderão mudar de ideia e encontrar boas formas de participar”, finaliza Rocha.


por Karan Novas - Propmark

Nestlé lança picolés Chocolovers

Linha conta com versões de Chokito, Prestígio e Diplomata

A Nestlé lança os picolés “Chocolovers”. A linha é constituída por três sabores criados a partir de bombons da marca: Chokito – feito com sorvete sabor baunilha com caramelo e cobertura de chocolate ao leite com flocos de arroz –, Prestígio e Diplomata. A novidade reforça a campanha da empresa criada a partir de uma pesquisa que apontou o fato de que os fãs de chocolate desejavam uma palavra que representasse essa paixão.



Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing

11 de jul. de 2010

Erros de Marketing: case Opanka

O que é essa marca Opanka, hein? Resumindo: uma imitação barata de Havaianas misturada com Rider e Azaleia. A linha de sandálias é um filhote da marca, que tem em seu portfólio nomes como Olympikus, Dijean e a própria Azaleia, além de Reebok. Será que estas marcas não precisam mais de investimento? Por que entrar em um segmento pra lá de disputado com uma marca líder de mercado que está na mente, no coração e nos pés de todo mundo?

Sinceramente não sei responder. É uma coisa louca essa de profissionais que só sabem fazer repetição e imitação. Por que não inovar em um outro produto? Por que não investir no portfólio atual? E ainda escalam o autor Paulo Vilhena como garoto propaganda de uma mega campanha publicitária, o mesmo que ficou conhecido por ir a um casamento de Havaianas. O comercial tem símbolos que, pelo amor de Deus, remetem à identidade que Havaianas já utilizou.

Não queria falar da comunicação porque só a concepção da marca e do produto já é um case de erro de Marketing incrível... mas entrei no site deles e dei de cara com um “Viajante Opanka”. Outra mostra de criatividade incrível da marca! A última que utilizou este mote foi a Mastercard, com seu Viajante Mastercard.

Fico pensando nos investidores da Azaleia. Como as pessoas ainda rasgam dinheiro, meu Deus. E aí depois vem falar que a culpa é do Marketing. E é sim. Também, mas não única. Afinal, é o Conselho de Administração e/ou o Presidente quem decide sobre investimento em novas marcas. Ok. Eles podem até vir e falar que estão fazendo o maior sucesso. Só se for até a página dois, pois é uma marca nascida para morrer ou ocupar um espaço marginal de mercado.
 
 
Texto do Blog da Redação, do Mundo do Marketing

Como garoto-propaganda, Kaká escapa do fracasso do Brasil na Copa

Mesmo com a derrota em campo, Kaká deve faturar US$ 25 milhões até o final do ano. Ao contrário do que se esperava, o jogador sequer balançou as redes mas, nem por isso, deixou de ser uma superpotência no mercado publicitário. Não exatamente pelos motivos que a maioria das celebridades dos gramados ostenta nas revistas e na TV. Ricardo Izecson dos Santos Leite não tem cara de bad boy, não se envolve em escândalos, não namora top models. Na verdade, mostra fora de campo o rostinho juvenil que transparece inevitavelmente a aura de bom moço.



Disciplinado, (quase) não fala palavrões, se casou com a namoradinha do colégio - Carol Celico - e, juntos, são devotos fervorosos da Igreja Renascer. Depois de oito anos de carreira profissional em campos de futebol, essa fama de engomadinho lhe gerou apenas bom frutos. Bons frutos que, segundo a revista “Forbes”, são estimados em US$ 25 mihões anuais (aproximadamente R$ 45 milhões), em salários e publicidade.


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