Resultado aparece em pesquisa da Deloitte e Ibri sobre os megaeventos esportivos no Brasil
A Deloitte e o Ibri (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) se uniram para realizar a pesquisa “Brasil, bola da vez – negócios e investimentos a caminho dos grandes eventos esportivos”, que teve como objetivo levantar informações sobre a influência da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, ambas sediadas no País, na tomada de decisões de companhias e investidores.
“Tais megaeventos e aqueles menores, que acontecem em seu entorno, tem grande importância para a imagem e economia do Brasil e, claro, também para as empresas. Nossa meta foi descobrir quais e como as empresas estão se preparando para explorá-los”, explica José Paulo Rocha, sócio-líder da área de corporate finance da Deloitte.
Foram entrevistados, entre abril e maio deste ano, 60 profissionais do setor de relações com investidores de suas empresas (RIs), representantes de diversos segmentos e portes; e 36 executivos de entidades investidoras. Entre os dados coletados, destaca-se a indústria da construção como a de maior potencial para recebimento de investimentos, citada por 65% dos entrevistados. Em seguida aparecem as atividades de turismo, hotelaria e lazer, grupo lembrado por 55%; e a de transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária, com 53% (sempre em respostas múltiplas).
Entre as dúvidas que podem frear investimentos privados estão: “as cidades-sede vão conseguir concluir seus projetos para a Copa?”, que aflige 65% dos entrevistados; e “os investimentos públicos aplicados nesses eventos serão bem administrados?”, com 63%.
Os principais desafios a serem enfrentados para a boa condução de megaeventos esportivos, na opinião dos profissionais que responderam ao questionário, também tem ligação direta com o setor público. Para eles, a maior dificuldade será garantir as responsabilidades e a coordenação eficiente entre os níveis de governo; e garantir a infraestrutura geral. “Com as nossas dimensões e o envolvimento de diferentes esforços de governantes e poderes, esse gerenciamento requer grande habilidade. Há intenções e prioridades que precisarão ser conciliadas para que tudo funcione perfeitamente”, enfatiza Rocha.
Entre os benefícios da realização de megaeventos esportivos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, destaca-se a infraestrutura e a valorização da marca Brasil no exterior. No total, 91% apontaram a efetivação dos projetos relacionados à infraestrutura e logística. “É o principal legado. Esse tipo de evento reúne esforços e capital com muito mais facilidade e velocidade para a realização de importantes obras nos mais diversos setores”, aponta Rocha. Melhoria da imagem brasileira no exterior (67%), qualificação do País como um pólo turístico mundial (63%) e internacionalização do País (54%) também são de grande relevância na opinião dos entrevistados.
O que chama a atenção negativamente é que muitas das empresas que participaram da pesquisa não se mostram ainda preparadas para aproveitar as oportunidades de investimento que nascem com a chegada da Copa e das Olimpíadas no Brasil. Apenas 12% delas já possuem um plano específico em andamento e 14% tem planejamento pronto, aguardando para ser iniciado em momento propício. 35% ainda pretendem se preparar, 21% não terão atividades especiais durante os eventos e 18% sequer souberam informar sobre a existência de planos específicos. “O que podemos imaginar é que muitas empresas não enxergam, nos eventos esportivos, oportunidades para seus negócios. Mas acreditamos que, com a proximidade deles, muitas poderão mudar de ideia e encontrar boas formas de participar”, finaliza Rocha.
por Karan Novas - Propmark
14 de jul. de 2010
Nestlé lança picolés Chocolovers
Linha conta com versões de Chokito, Prestígio e Diplomata
A Nestlé lança os picolés “Chocolovers”. A linha é constituída por três sabores criados a partir de bombons da marca: Chokito – feito com sorvete sabor baunilha com caramelo e cobertura de chocolate ao leite com flocos de arroz –, Prestígio e Diplomata. A novidade reforça a campanha da empresa criada a partir de uma pesquisa que apontou o fato de que os fãs de chocolate desejavam uma palavra que representasse essa paixão.
A Nestlé lança os picolés “Chocolovers”. A linha é constituída por três sabores criados a partir de bombons da marca: Chokito – feito com sorvete sabor baunilha com caramelo e cobertura de chocolate ao leite com flocos de arroz –, Prestígio e Diplomata. A novidade reforça a campanha da empresa criada a partir de uma pesquisa que apontou o fato de que os fãs de chocolate desejavam uma palavra que representasse essa paixão.
Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing
11 de jul. de 2010
Erros de Marketing: case Opanka
O que é essa marca Opanka, hein? Resumindo: uma imitação barata de Havaianas misturada com Rider e Azaleia. A linha de sandálias é um filhote da marca, que tem em seu portfólio nomes como Olympikus, Dijean e a própria Azaleia, além de Reebok. Será que estas marcas não precisam mais de investimento? Por que entrar em um segmento pra lá de disputado com uma marca líder de mercado que está na mente, no coração e nos pés de todo mundo?
Sinceramente não sei responder. É uma coisa louca essa de profissionais que só sabem fazer repetição e imitação. Por que não inovar em um outro produto? Por que não investir no portfólio atual? E ainda escalam o autor Paulo Vilhena como garoto propaganda de uma mega campanha publicitária, o mesmo que ficou conhecido por ir a um casamento de Havaianas. O comercial tem símbolos que, pelo amor de Deus, remetem à identidade que Havaianas já utilizou.
Não queria falar da comunicação porque só a concepção da marca e do produto já é um case de erro de Marketing incrível... mas entrei no site deles e dei de cara com um “Viajante Opanka”. Outra mostra de criatividade incrível da marca! A última que utilizou este mote foi a Mastercard, com seu Viajante Mastercard.
Fico pensando nos investidores da Azaleia. Como as pessoas ainda rasgam dinheiro, meu Deus. E aí depois vem falar que a culpa é do Marketing. E é sim. Também, mas não única. Afinal, é o Conselho de Administração e/ou o Presidente quem decide sobre investimento em novas marcas. Ok. Eles podem até vir e falar que estão fazendo o maior sucesso. Só se for até a página dois, pois é uma marca nascida para morrer ou ocupar um espaço marginal de mercado.
Texto do Blog da Redação, do Mundo do Marketing
Sinceramente não sei responder. É uma coisa louca essa de profissionais que só sabem fazer repetição e imitação. Por que não inovar em um outro produto? Por que não investir no portfólio atual? E ainda escalam o autor Paulo Vilhena como garoto propaganda de uma mega campanha publicitária, o mesmo que ficou conhecido por ir a um casamento de Havaianas. O comercial tem símbolos que, pelo amor de Deus, remetem à identidade que Havaianas já utilizou.
Não queria falar da comunicação porque só a concepção da marca e do produto já é um case de erro de Marketing incrível... mas entrei no site deles e dei de cara com um “Viajante Opanka”. Outra mostra de criatividade incrível da marca! A última que utilizou este mote foi a Mastercard, com seu Viajante Mastercard.
Fico pensando nos investidores da Azaleia. Como as pessoas ainda rasgam dinheiro, meu Deus. E aí depois vem falar que a culpa é do Marketing. E é sim. Também, mas não única. Afinal, é o Conselho de Administração e/ou o Presidente quem decide sobre investimento em novas marcas. Ok. Eles podem até vir e falar que estão fazendo o maior sucesso. Só se for até a página dois, pois é uma marca nascida para morrer ou ocupar um espaço marginal de mercado.
Texto do Blog da Redação, do Mundo do Marketing
Como garoto-propaganda, Kaká escapa do fracasso do Brasil na Copa
Mesmo com a derrota em campo, Kaká deve faturar US$ 25 milhões até o final do ano. Ao contrário do que se esperava, o jogador sequer balançou as redes mas, nem por isso, deixou de ser uma superpotência no mercado publicitário. Não exatamente pelos motivos que a maioria das celebridades dos gramados ostenta nas revistas e na TV. Ricardo Izecson dos Santos Leite não tem cara de bad boy, não se envolve em escândalos, não namora top models. Na verdade, mostra fora de campo o rostinho juvenil que transparece inevitavelmente a aura de bom moço.
Disciplinado, (quase) não fala palavrões, se casou com a namoradinha do colégio - Carol Celico - e, juntos, são devotos fervorosos da Igreja Renascer. Depois de oito anos de carreira profissional em campos de futebol, essa fama de engomadinho lhe gerou apenas bom frutos. Bons frutos que, segundo a revista “Forbes”, são estimados em US$ 25 mihões anuais (aproximadamente R$ 45 milhões), em salários e publicidade.
Para ler a matéria completa, clique aqui.
Disciplinado, (quase) não fala palavrões, se casou com a namoradinha do colégio - Carol Celico - e, juntos, são devotos fervorosos da Igreja Renascer. Depois de oito anos de carreira profissional em campos de futebol, essa fama de engomadinho lhe gerou apenas bom frutos. Bons frutos que, segundo a revista “Forbes”, são estimados em US$ 25 mihões anuais (aproximadamente R$ 45 milhões), em salários e publicidade.
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Empresa e clube agem rapidamente e evitam prejuízo no caso Bruno
Para especialistas em marketing esportivo, a imagem da patrocinadora do goleiro e do Flamengo não ficará arranhada
A fabricante de material esportivo Olympikus não deverá ter perdas financeiras e a imagem arranhada por conta do escândalo envolvendo o goleiro Bruno, do Flamengo, acusado de participação no assassinato da ex-namorada Eliza Samudio. Segundo especialistas em marketing esportivo, a empresa agiu rapidamente ao anunciar o rompimento do contrato de patrocínio – o único do goleiro -, na última quarta-feira, o que deve preservar a marca de associações negativas.
“A empresa agiu rapidamente e evitou um arranhão na imagem”, diz Rafael Plastina, diretor da Infomídia, especialista em gestão e marketing esportivo. “Se fizer uma pesquisa hoje, muito provavelmente as pessoas que se lembram do Bruno não associarão a Olympikus ao goleiro”. Pesquisa realizada pela Infomídia com quatro mil pessoas no Rio de Janeiro e em São Paulo mostrou que Bruno foi apenas o 15º atleta mais admirado pela população carioca, com 1,1% dos votos dos entrevistados.
Imagem do goleiro Bruno ainda não está diretamente associada à marca Olympikus, dizem especialistas
“Não acredito que as pessoas vão boicotar a Olympikus apenas porque o Bruno está na cadeia acusado de participar da morte da ex-namorada”, diz Clarisse Setyon, professora do curso de especialização em marketing esportivo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “A empresa é muito maior e mais forte do que o goleiro”.
O contrato de Bruno com a Olympikus é recente. Em maio deste ano, a empresa passou a fornecer material esportivo para o goleiro. De acordo com os especialistas, isso faz com que a imagem dele ainda não esteja diretamente associada à marca. “O link com a marca só acontece com o passar dos anos. É preciso continuidade para que haja associação da marca patrocinadora com o atleta”, diz Plastina.
Com o estouro do caso, o contrato de patrocínio de Bruno foi suspenso pela Olympikus até que as investigações da polícia sejam concluídas. Isso significa que a linha de produtos exclusivos do goleiro – como luvas, camisas e chuteiras – deixará de ser produzida nesse período. Procurada pela reportagem do iG, a fabricante de material esportivo não quis se pronunciar sobre o caso.
Para Amir Somoggi, consultor e professor de marketing esportivo e gestão do esporte, o goleiro Bruno foi o “porto-seguro” da Olympikus no Flamengo. A empresa se tornou a fornecedora oficial de material esportivo do clube em julho de 2009, quando fechou um contrato de aproximadamente R$ 21 milhões anuais. “Hoje a marca Olympikus está mais associada ao Flamengo do que ao Bruno”, diz Somoggi.
Apesar disso, Somoggi não acredita que a Olympikus saíra ilesa do caso Bruno. Para ele, o futebol gera uma série de benefícios para as empresas. Ao mesmo tempo, a exposição excessiva da marca torna-se um risco quando o atleta se envolve em polêmicas. “Muita empresa tem medo de entrar no futebol por causa dos aspectos negativos do esporte, com cartolas corruptos e violência”, diz Clarisse. “Agora, o diretor de marketing vai pensar 15 vezes se vai haver um novo Bruno”.
Lições
Apesar de não representar grandes perdas para a Olympikus, o caso Bruno pode ensinar uma série de lições para as empresas que investem em marketing esportivo. Segundo especialistas, as companhias vão dar mais importância para o comportamento dos atletas fora do campo de futebol. “Tem de incentivar as empresas a valorizar a ética e a moral”, diz Luiz Henrique Gullaci, professor de marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutorando em administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).
Texto de Gustavo Poloni e Klinger Portella, iG
A fabricante de material esportivo Olympikus não deverá ter perdas financeiras e a imagem arranhada por conta do escândalo envolvendo o goleiro Bruno, do Flamengo, acusado de participação no assassinato da ex-namorada Eliza Samudio. Segundo especialistas em marketing esportivo, a empresa agiu rapidamente ao anunciar o rompimento do contrato de patrocínio – o único do goleiro -, na última quarta-feira, o que deve preservar a marca de associações negativas.
“A empresa agiu rapidamente e evitou um arranhão na imagem”, diz Rafael Plastina, diretor da Infomídia, especialista em gestão e marketing esportivo. “Se fizer uma pesquisa hoje, muito provavelmente as pessoas que se lembram do Bruno não associarão a Olympikus ao goleiro”. Pesquisa realizada pela Infomídia com quatro mil pessoas no Rio de Janeiro e em São Paulo mostrou que Bruno foi apenas o 15º atleta mais admirado pela população carioca, com 1,1% dos votos dos entrevistados.
Imagem do goleiro Bruno ainda não está diretamente associada à marca Olympikus, dizem especialistas
“Não acredito que as pessoas vão boicotar a Olympikus apenas porque o Bruno está na cadeia acusado de participar da morte da ex-namorada”, diz Clarisse Setyon, professora do curso de especialização em marketing esportivo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “A empresa é muito maior e mais forte do que o goleiro”.
O contrato de Bruno com a Olympikus é recente. Em maio deste ano, a empresa passou a fornecer material esportivo para o goleiro. De acordo com os especialistas, isso faz com que a imagem dele ainda não esteja diretamente associada à marca. “O link com a marca só acontece com o passar dos anos. É preciso continuidade para que haja associação da marca patrocinadora com o atleta”, diz Plastina.
Com o estouro do caso, o contrato de patrocínio de Bruno foi suspenso pela Olympikus até que as investigações da polícia sejam concluídas. Isso significa que a linha de produtos exclusivos do goleiro – como luvas, camisas e chuteiras – deixará de ser produzida nesse período. Procurada pela reportagem do iG, a fabricante de material esportivo não quis se pronunciar sobre o caso.
Para Amir Somoggi, consultor e professor de marketing esportivo e gestão do esporte, o goleiro Bruno foi o “porto-seguro” da Olympikus no Flamengo. A empresa se tornou a fornecedora oficial de material esportivo do clube em julho de 2009, quando fechou um contrato de aproximadamente R$ 21 milhões anuais. “Hoje a marca Olympikus está mais associada ao Flamengo do que ao Bruno”, diz Somoggi.
Apesar disso, Somoggi não acredita que a Olympikus saíra ilesa do caso Bruno. Para ele, o futebol gera uma série de benefícios para as empresas. Ao mesmo tempo, a exposição excessiva da marca torna-se um risco quando o atleta se envolve em polêmicas. “Muita empresa tem medo de entrar no futebol por causa dos aspectos negativos do esporte, com cartolas corruptos e violência”, diz Clarisse. “Agora, o diretor de marketing vai pensar 15 vezes se vai haver um novo Bruno”.
Lições
Apesar de não representar grandes perdas para a Olympikus, o caso Bruno pode ensinar uma série de lições para as empresas que investem em marketing esportivo. Segundo especialistas, as companhias vão dar mais importância para o comportamento dos atletas fora do campo de futebol. “Tem de incentivar as empresas a valorizar a ética e a moral”, diz Luiz Henrique Gullaci, professor de marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutorando em administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).
Texto de Gustavo Poloni e Klinger Portella, iG
9 de jul. de 2010
Os impactos da Copa de 2014 no marketing brasileiro
Com a realização do mundial, a economia deve produzir R$ 142 bilhões adicionais
O Mundial da África do Sul ainda nem acabou, mas a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil já representa uma oportunidade para as marcas e para o país, que terão maior visibilidade global. O consumo aquecido e a expectativa de que a economia brasileira produza R$ 142 bilhões adicionais nos próximos quatro anos provam que o campeonato de futebol sediado no país movimentará a estratégia de marketing de muitas empresas.
Quais são os impactos socieconômicos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil? Que desafios serão enfrentados pelo marketing brasileiro até a realização do mundial? Como garantir os efeitos positivos do evento no país e minimizar os negativos? Quais são as oportunidades e iniciativas para potencializar os benefícios do campeonato para a sociedade, marcas e consumidores?
Essas são algumas das questões avaliadas no estudo Brasil Sustentável - Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, realizado pela Ernst & Young. Em entrevista, José Carlos Pinto, Sócio da Consultoria Ernst & Young, fala sobre as oportunidades encontradas pelos profissionais de Marketing e pelo mercado brasileiro até o mundial de 2014.
Para ler a entrevista feita com José Carlos Pinto clique aqui.
Existem muitas restrições para vincular marcas à Copa, mas muito pode ser feito, diz José Carlos Pinto
O Mundial da África do Sul ainda nem acabou, mas a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil já representa uma oportunidade para as marcas e para o país, que terão maior visibilidade global. O consumo aquecido e a expectativa de que a economia brasileira produza R$ 142 bilhões adicionais nos próximos quatro anos provam que o campeonato de futebol sediado no país movimentará a estratégia de marketing de muitas empresas.
Quais são os impactos socieconômicos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil? Que desafios serão enfrentados pelo marketing brasileiro até a realização do mundial? Como garantir os efeitos positivos do evento no país e minimizar os negativos? Quais são as oportunidades e iniciativas para potencializar os benefícios do campeonato para a sociedade, marcas e consumidores?
Essas são algumas das questões avaliadas no estudo Brasil Sustentável - Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, realizado pela Ernst & Young. Em entrevista, José Carlos Pinto, Sócio da Consultoria Ernst & Young, fala sobre as oportunidades encontradas pelos profissionais de Marketing e pelo mercado brasileiro até o mundial de 2014.
Para ler a entrevista feita com José Carlos Pinto clique aqui.
McDonald’s vende 3,5 milhões de McFlurry MiniBis
Rede afirma que sucesso se deve à parceria de duas grandes marcas
O McDonald’s celebra o sucesso do McFlurry MiniBis. A sobremesa feita com sorvete de baunilha, cobertura de chocolate e a versão mini dos chocolates Bis vendeu 3,5 milhões, de unidades nos 577 restaurantes da rede, desde o seu lançamento há dois meses. Segundo a empresa, o sucesso do produto se deve à combinação dos sabores e associação de grandes marcas que transmitem qualidade e confiança aos consumidores.
Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing
O McDonald’s celebra o sucesso do McFlurry MiniBis. A sobremesa feita com sorvete de baunilha, cobertura de chocolate e a versão mini dos chocolates Bis vendeu 3,5 milhões, de unidades nos 577 restaurantes da rede, desde o seu lançamento há dois meses. Segundo a empresa, o sucesso do produto se deve à combinação dos sabores e associação de grandes marcas que transmitem qualidade e confiança aos consumidores.
Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing
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